O novo presidente da PGA Portugal refere que a associação tem como objetivos principais: “Promover e dinamizar o golfe profissional em Portugal”

Lisboa, 24 de janeiro de 2024.- Conforme publicado por AVerdade, assim, durante o seu mandato pretende desenvolver, em conjunto com a restante equipa e a FPG, trabalho em três vertentes. Em primeiro lugar, trabalhar o golfe de competição para “os profissionais de carreira que só jogam golfe. Nós temos dois jogadores na primeira divisão europeia, mais alguns na segunda, temos grandes promessas e, por isso, queremos trabalhar o calendário nacional. Ao mesmo tempo também arranjar mais torneios e angariar patrocinadores para que os profissionais de competição portugueses tenham uma base de trabalhono nosso país”.

No que toca ao segundo pilar, passa por trabalhar na área de formação de forma a criar “novos treinadores de golfe”. Por último, investir na modalidade “junto dos municípios. Queremos ser um veículo de promoção, insistir na questão da divulgação e desmistificar a ideia de que o golfe é um desporto elitista”.Rui Morris defende que o golfe é uma modalidade “acessível a qualquer jogador e temos de insistir nesta promoção”, garante. 

Rui Morris é natural de Paredes e começou a praticar golfe com 14 anos por influência do amigo, Tomás Bessa. “Na altura eu levei-o para o futebol que era o meu desporto e ele trouxe-me para o golfe e acabamos por ficar os dois no golfe, a influência dele ganhou”, recorda. 

O atleta profissional de golfe abandonou a carreira de atleta profissional há quatro anos para assumir e dedicar-se à direção do Clube de Golfe de Amarante. A esta função irá somar a de presidente da PGA, um cargo que descreve como de “muita responsabilidade no panorama nacional”, terminou.

Fontes de informação:

Averdade

Fotografia de:

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